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Festival Política (Dia 3)

Conversas

Cinema São Jorge

Obter Direcções

27 Abr - 2019
Sábado

Prisoner of Society, de Rati Tsiteladze
9023, de Sotiris Petridis  e Tania Nanavraki
I’m Sorry, de Lovisa Lara

Cinema São Jorge

Obter Direcções

27 Abr - 2019
Sábado

Acessibilidade a pessoas com mobilidade reduzida.

O Festival Política é um evento de entrada livre limitado à capacidade da sala e do limite de número de inscrições nos workshops e visitas guiadas. Inscrições para: festivalpolitica@gmail.com. Será necessário o levantamento de bilhetes para as sessões de cinema e música. Este é um evento inclusivo, conta com interpretação em Língua Gestual Portuguesa em algumas iniciativas.

Autores: Associação Isonomia

Co-Produção: EGEAC (Programação em Espaço Público e Cinema São Jorge) e Produtores Associados; Parceiros Institucionais: Comissão Nacional de Eleições; Espaço Europa; Gabinete do Parlamento Europeu em Portugal; Secretaria de Estado da Cidadania e Igualdade; Representação da Comissão Europeia em Portugal; Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto; Instituto Português do Desporto e Juventude; Media Partner: RTP; Apoio: FCB Lisboa e Bro

O Festival Política (25 a 28 abril) fará uma reflexão sobre o que significa ser europeu e viver na Europa, qual o relacionamento dos portugueses com as instituições europeias, destacando iniciativas e ideias inspiradoras que estão a ajudar a relançar o projeto de uma Europa solidária.

27 ABRIL

10H30

As Costas da Cidade (Visita)

Os moradores da Curraleira e Casal do Pinto mobilizaram-se para criar um percurso que exalta as narrativas e histórias da cidade de Lisboa, desocultando culturas, formas de estar, diferentes modos de viver  o presente e o futuro. Inscrição: festivalpolitica@gmail.com. Ponto de Encontro: Quiosque da Paiva Couceiro.

Organização: Coletivo Costas da Cidade

15H

Tradballs - Workshop de Danças Europeias - Sala Manoel de Oliveira

A Cooperativa de Artes e Cultura Tradicionais ensinará as danças tradicionais europeias mais populares. Vamos conhecer  as danças de roda, em linha,  a par ou em grupo, onde se dá ênfase ao convívio, à diversão e à descontração. Não há limite de idade para dançar e para quebrar fronteiras. Capacidade: 20 pessoas mediante inscrição via festivalpolitica@gmail.com. A partir dos 6 anos.

15H30

Um Chat Analógico sobre a Internet (Debate) - Sala 2

Como é que a política europeia nos afecta enquanto utilizadores da internet? Como pode moldar a nossa liberdade criativa? Em ano de eleições, olhamos para os tão badalados quanto polémicos Artigos 11 e 13, mas também para outras questões legisladoras e reguladoras com repercussões digitais.

Organização: Shifter (www.shifter.pt)

16H

“Catalunya: 1-0", de Xuban Intxausti (Cinema) - Sala 3 (Espanha, 40'; M/12)

As imagens e testemunhos do que se passou em cinco assembleias de voto do referendo convocado pela Generalitat da Catalunha,  a 1 de outubro de 2017. Várias imagens foram recolhidas com telemóveis pelos próprios cidadãos. Quando estreou no canal TV3 da Catalunha, bateu recordes  de audiência. Produzido pela Mediapro.

16H30

“Trocar seis por meia dúzia" (Talk) -Sala 2

Pedro Pires fala sobre a sua identidade enquanto angolano e português, e sobre a sua integração nestes dois países. Usando exemplos da sua obra reflete sobre temas presentes na sua prática artística, tal como migração, fronteiras e identidade deslocada. Com interpretação em língua gestual portuguesa. M/12

17H

Cara a Cara com candidatos às eleições no Parlamento Europeu - Sala 2

Encontro entre os cidadãos  e candidatos às eleições ao Parlamento Europeu. Durante cinco minutos, os participantes inscritos conversam individualmente com os candidatos, apresentando questões e contributos. Com interpretação em língua gestual portuguesa. Capacidade: 20 pessoas, mediante inscrição para festivalpolitica@gmail.com

17H30

Sessão Todos Europeus (Cinema) - Sala 3 - M/12

“Magister”, de Kikian Huet (França, 6’)

A história de Edward, um jovem treinado para substituir o presidente totalitário de uma nação. Se numa primeira fase expressa admiração, depois descobre   lado negro desse privilégio.

“Welcome to the New World”,  de (Anni Sultany e Jerry SuenAlemanha, 11’)

Relato ficcional baseado em eventos reais e filmado durante  o encontro G20 em Hamburgo em 2017. Conta a história de Lenina, cuja realidade muda repentinamente quando se vê confrontada com questões de poder e legitimização de violência. O grupo Great 20, que era suposto proteger a humanidade, começa a reprimi-la. Premiado no Bristol Radical Film Festival.

“Mohamed, The First Name”  de (Malika ZaïriFrança, 15’)

Mohamed é o nome próprio mais popular do mundo. No entanto,  é um fardo no mundo ocidental como explica Mohamed, um menino de 10 anos, através de experiências da sua vida em França.

“Cristian”, de Luís Baldaque (Portugal, 26’)

Retrata a vida de um homem de nacionalidade romena, ex-toxicodependente e ex-sem-abrigo.Christian Georgescu nasceu em 1978 na Roménia e foi no Porto que renasceu. É nesta cidade que reescreve a sua história como ativista e educador de pares.  O carisma que o caracteriza une-se à determinação de querer trazer a mudança à vida daqueles que hoje passam por muito daquilo que foi o seu passado.  O documentário aborda as diferentes fases da sua vida, assim como o seu renascer  das cinzas.

18H30

De volta ao passado: Populismos, Nacionalismos e Fascismos (Debate) - Sala 2

Que intolerâncias e preconceitos os Estados estão a explorar  e a promover como agendas políticas? É mau ser populista? Ceder ao que a maioria quer,  em detrimento das minorias,  é democrático? Serão o euro,  a ação da UE e as políticas que privilegiam o capital a causa  das desigualdades e do mal-estar das populações? Ou será que estamos só mais intolerantes e amedrontados num mundo em que a Europa tem menos poder? Terá o projeto europeu morrido? Porque escolhemos políticos que defendem um regresso aos nacionalismos num mundo cada vez mais ligado e globalizado? Caminhamos para tempos que fazem lembrar o que passou antes das Grandes Guerras do século passado? Com interpretação em língua gestual portuguesa.

Organização: Fumaça (www.fumaca.pt)

21H30

“Útero", por Aurora Pinho (Performance) - Sala Manoel de Oliveira - M/12 

Útero é um universo em plena mutação que – na forma de seres com cabeças de lobos e o renascimento da fénix – se sucedem na génese do universo, apresentando a ideia sonora “olho de peixe”.

22H00

Sessão LGBTI (Cinema) - Sala Manoel de Oliveira - M/16

“I’m Sorry”, de Lovisa Lara (Islândia, 16')

Toda a gente pensa que Addy tem uma relação perfeita com a sua namorada Salka. Mas quando Addy testemunha a ajuda de uma amiga a uma vítima de abuso no namoro é que percebe que tem de olhar para os termos da sua própria relação. Eleita melhor curta nos Independent Shorts Awards (EUA) e no Changing Face International  Film Festival (Austrália).

“Aurora”, de Carlota Fernandes (Portugal, 12’)

Aurora é uma jovem artista. Nasceu numa pequena vila  do Norte, pertencente a Santa Maria da Feira. Desde cedo se apaixonou pela dança e pela moda. Hoje vive em Lisboa onde percorre o sonho de ter sucesso no mundo da arte performativa. Entre ensaios e espetáculos,  luta por mostrar o seu trabalho  e quebrar preconceitos com  as suas criações. Uma viagem pela sua arte e pela luta que é ser uma artista em transição. Flávio é o seu nome de batismo  e Aurora o nome que escolheu para o renascimento.

“Queer Lives Matter – How LGBT-Activists Change The World”, de Markus Kowalski (Alemanha, 30’)

Esta é uma viagem conduzida pelo jornalista Markus Kowalski ao encontro de jovens ativistas  à volta do mundo que lutam pelos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais em nome da igualdade e aceitação. Testemunhos recolhidos na Alemanha, Grécia, Turquia, Marrocos, África do Sul e Índia. Eleito Melhor Filme LGBT do Festival de Cinema Independente de Berlim 2019.

23H15

Sessão Corpos Políticos (Cinema) - Sala 3 - M/18

“Company B”, de Tess Motherway (Irlanda, 5')

A Company B trabalha a dança contemporânea junto de rapazes jovens, num país onde estes  têm sido uma minoria na dança. Pretendem criar um espaço seguro para que os rapazes possam expressar-se pelo movimento e dança. Neste documentário falam na primeira pessoa dos desafios que enfrentam, revelam os obstáculos, o que sentem e porque adoram dançar.

“The Grey Area”, de Katie Clark (Reino Unido, 4’)

A realizadora usa animação 2D  e a dobragem para abordar uma experiência pessoal de assédio sexual. É desta forma que coloca questões a si e à audiência sobre o que aconteceu naquela noite.

“9023”, de Sotiris Petridis  e Tania Nanavraki (Grécia, 7’)

Nesta alegoria à crise económica que vivemos, a história conduz-nos por um mundo onde, em resposta à fome generalizada, o governo permite que os cidadãos não produtivos possam ser comidos.

“The Guest”, de  Mahmut Duyan (Turquia, 10’)

Miriam emigrou da Síria enquanto refugiada e foi forçada a viver uma vida de prostituiçãona Turquia para sobreviver.

"Prisoner of Society",  de Rati Tsiteladze (Geórgia, 15')

Esta é uma viagem íntima ao mundo e cabeça de uma mulher transexual, prisioneira entre o seu desejo de liberdade e as expectativas dos seus país e da sociedade onde se insere. Foi o primeiro documentário georgiano a ser nomeado para os European Film Academy Awards.

TODOS OS DIAS DO FESTIVAL

3041,19 Km - (Exposição de Pedro Pires)
Objetos originais recolhidos na ilha de Lesbos em março de 2016. Um retrato do que se passa diariamente no Mediterrâneo.

Free Entry (Instalação de Pedro Pires)
Obra sujeita ao uso e intervenção dos utilizadores, e sendo uma escultura que se assemelha a uma prisão, propõe ao público questionar a importância e significado de liberdade.
Apoio: Representação da Comissão Europeia em Portugal

Mulheres Sakharov (Exposição)
Histórias inspiradoras de vencedoras dos Prémios Sakharov de Liberdade e de Direitos Humanos do Parlamento Europeu.
Parceria: Gabinete do Parlamento Europeu em Lisboa