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Os cinemas e outros lugares de encontro na Avenida Almirante Reis: uma memória emocional de resistência ao Estado Novo

Visitas Guiadas

Transmissão online, no Facebook da EGEAC e Cultura na Rua - Festas de Lisboa

10 — 25 Abr - 2021
Sábados e Domingos

Ver Sessões

Dias 10 e 11; 17 e 18; 24 e 25, às 17h
Dias 12 e 13, às 17h

©Arquivo Municipal de Lisboa
©Arquivo Municipal de Lisboa
©Arquivo Municipal de Lisboa
©Arquivo Municipal de Lisboa

Transmissão online, no Facebook da EGEAC e Cultura na Rua - Festas de Lisboa

10 — 25 Abr - 2021
Sábados e Domingos

Ver Sessões

Dias 10 e 11; 17 e 18; 24 e 25, às 17h
Dias 12 e 13, às 17h

Conceção: Aquilino Machado

Iniciativa: EGEAC / Programação em Espaço Público

 

Um passeio pelas salas de espetáculos e outros lugares de encontro no eixo Rua da Palma – Avenida Almirante Reis, que tiveram o seu apogeu durante o período do Estado Novo.

Lugares que foram o epicentro de uma boémia lisboeta que se construía em torno dos cinemas populares e dos cafés e cervejarias.  O cinema vivia uma época dourada, com grande procura popular, que aumentou exponencialmente com a chegada do cinema sonoro, em 1926. Começamos por recordar o Cinema Lys, que nasceu da vontade de um “conceituado advogado da capital” que queria construir, num terreno que lhe pertencia, um cinema de reprise. Quase ao mesmo tempo, nascia o cinema Imperial, de uma dimensão epopeica para a época, com 737 lugares divididos entre a plateia, os balcões e os camarotes.

A década de 50 ficaria marcada pela abertura do Cinema Império (1952) e do café com o mesmo nome, três anos depois.  O Café ficou conhecido pelos seus espetáculos, que moldaram a memória de uma época. O Cinema foi também palco de inúmeros espetáculos musicais nos anos 1950 e 1960, como foi o caso da primeira edição do Festival da Canção (1958).

Mas nem só de espetáculos se fazia a movida da Avenida Almirante Reis. O antigo Café Herminius foi uma espécie de incubadora do movimento surrealista português, tendo sobre ele Mário Cesariny escrito: “De certa maneira, tudo o que (lá) fazíamos era uma sátira e uma recusa violenta da ditadura. Mas (era) tudo tão estranho que a polícia não alcançava.”

Itinerário digital com transmissão online:

10, 11, 17, 18, 24 e 25 de Abril, sábados e domingos às 17h00

12 e 13 de Abril, segunda e terça, às 17h00

 

Tertúlias com transmissão online:

10, 17 e 24 de Abril, sábados, às 17h30

10 de Abril: Os cinemas e outros lugares de encontro na Avenida Almirante Reis: Uma memória de resistência criativa ao Estado Novo

Renata Sancho, realizadora

João Macdonald, jornalista e investigador

Paulo Catrica, fotógrafo e investigador do Instituto de História Contemporânea

Moderação, Aquilino Machado

 

17 de Abril: A paisagem literária erguida na Avenida Almirante reis, sob o reflexo sombrio do Estado Novo

Ana Isabel Queiroz, Professora Auxiliar da NOVA FCSH, Dep. Geografia e Planeamento Regional

Mário de Carvalho, escritor

Moderação, Aquilino Machado

 

24 de Abril: Os lugares de resistência ao Estado Novo

João Soares, editor

Luís Vaz, escritor e investigador;

Francisco Bairrão Ruivo, investigador do Instituto de História Contemporânea/Museu do Aljube Resistência e Liberdade.

Moderação, Aquilino Machado

 

VERSÃO ÁUDIO DO ROTEIRO / Descarregue ainda o MAPA DO PERCURSO

 

Outros Eventos

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Festival Festival Política (Dia 1) Metro: Linha Azul (Avenida) Autocarro: 709, 711, 732 e 736
Teatro Elas também estiveram lá – O Filme Online Transmissão online entre as 21h30 e as 00h30
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Festival Festival Política (Dia 2) Metro: Linha Azul (Avenida) Autocarro: 709, 711, 732 e 736
Abril no Museu do Aljube Metro: Linhas Azul e Verde (Baixa-Chiado); Autocarro: 12E, 28E e 737
Visitas Guiadas Mariana, Malala, Antígona e Thunberg. Eu tenho voz 11h
Festival Festival Política (Dia 4) Metro: Linha Azul (Avenida) Autocarro: 709, 711, 732 e 736
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